domingo, 6 de dezembro de 2015

Cuidado em dose tripla: mosquito pode transmitir dengue, chikungunya e febre zika


Além de enfrentar os já recorrentes casos de dengue, a população guaratinguetaense precisa também se proteger contra a chikungunya e a zika.
Os vírus da dengue, chikungunya e zika são transmitidos pelo mesmo vetor, o mosquito Aedes aegypti, e levam a sintomas parecidos, como febre e dores musculares. Mas as doenças têm gravidades diferentes, sendo a dengue a mais perigosa.
A prevenção, portanto, segue as mesmas regras aplicadas a essas doenças. Evitar a água parada, que os mosquitos usam para se reproduzir, é a principal medida.
O sucesso das ações de prevenção no município depende da adesão da população às campanhas e ao trabalho dos agentes de saúde. As autoridades lembram que os trabalhos são constantes e que não se pode descuidar.
Nesse sentido, a Secretaria de Saúde do município de Guaratinguetá vem trabalhando em um sistema, bem organizado de maneira planejada, para o combate ao mosquito da Dengue durante o ano todo. Essa estratégia visa a contenção de uma possível tríplice epidemia – dengue, zika e chikungunya.
Maiores informações: Vigilância Epidemiológica de Guaratinguetá telefones: 3133-5188 3133-8157 - 3133-1194

Saiba mais sobre zika vírus

Descoberto pela primeira vez no mundo na Uganda no fim dos anos 1980, o zika vírus pertencente à mesma família dos vírus da dengue e se caracteriza por manchas no corpo, coceira, febre baixa, além de dor de cabeça, dores musculares e nas articulações. Pacientes também podem apresentar vermelhidão nos olhos, sem, contudo, ter secreção ou coceira.
O aumento rápido do número de casos indica que o zika, porém, já circulava no Brasil desde o ano passado, mas só agora passa a ser contabilizado entre os registros epidemiológicos. A suspeita é que o vírus tenha chegado ao país com turistas durante a Copa do Mundo.
Os principais sintomas da doença provocada pelo zika vírus são febre intermitente, erupções na pele, coceira e dor muscular.
A boa notícia relacionado ao zika vírus é a menor agressividade do vírus em relação ao vírus da dengue: não há registro de mortes relacionadas à doença. A evolução é benigna e os sintomas geralmente desaparecem espontaneamente em um período de 3 até 7 dias.
Hoje, não há um remédio específico para o zika vírus. O tratamento é sintomático e baseado no uso de medicamentos para febre e dor, conforme a orientação médica. O uso de ácido acetilsalicílico e drogas anti-inflamatórias não é indicado, já que aumentam o risco de complicações.
Blog do Capitão

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