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quinta-feira, 14 de janeiro de 2016

Guaratinguetá fica acima da média no ranking da transparência do Ministério Público Federal





O Ministério Público Federal divulgou em dezembro de 2015, pela primeira vez, um Ranking Nacional dos Portais da Transparência de todos os 5.568 municípios e 26 estados brasileiros, além do Distrito Federal. Com uma nota de 6,8 o Portal de Transparência da Prefeitura da Estância Turística de Guaratinguetá ficou na 86ª posição, entre os 645 municípios paulistas. Com a nota 6,8 - Guaratinguetá ficou acima da média brasileira de 3,92 e da média paulista de 4,8. A maior nota foi de 9,3 - obtidas pelos municípios de Sorocaba, Indaiatuba e São Paulo.
O exame levou em conta aspectos legais e boas práticas de transparência e foi feito com base em questionário elaborado pela Estratégia Nacional de Combate à Corrupção e à Lavagem de Dinheiro (ENCCLA). Seu objetivo é medir o grau de cumprimento da legislação, por parte de municípios e estados, em relação a transparência sobre dados de licitações, receitas e despesas, numa escala que vai de zero a dez .
Para chegar às notas, o MPF elaborou 16 questões com pesos diferenciados – valorizando, por exemplo, a íntegra dos contratos celebrados, editais e licitações. O sistema de transparência das gestões públicas constitui uma das mais importantes ferramentas de controle social e presta contas à sociedade sobre os serviços e as ações adotadas com vistas ao desenvolvimento das políticas públicas.

O ranking completo com os 645 municípios do estado de São Paulo pode ser acessado no link: http://www.combateacorrupcao.mpf.mp.br/ranking/mapa-da-transparencia/arquivos-pdf/rankingsp.pdf


Fonte: MPF

quinta-feira, 12 de novembro de 2015

MPF/SP de Guaratinguetá investiga construção de teleférico em Aparecida

Foto: Divulgação/ Basílica Nacional de Aparecida


O Ministério Público Federal em Guaratinguetá (MPF/SP) retomou, na última semana, a investigação sobre os impactos da instalação do teleférico que liga o Santuário Nacional ao Morro do Cruzeiro, em Aparecida -SP. O bondinho foi inaugurado em 2014 e, para um conselheiro do MP, há indícios de irregularidades.
A denúncia surgiu a partir de moradores da cidade, que não foram consultados sobre a instalação do equipamento. Eles alegam que a obra causou danos nas residências vizinhas às torres de sustentação. Além disso, não há informações da realização de qualquer estudo de impacto ambiental do empreendimento ou estudo de impacto de vizinhança para poder medir o impacto da ação à paisagem urbana e o uso e ocupação do solo urbano.
Com a finalidade de apurar os danos à paisagem urbana e à população da cidade, um laudo vai ser feito pelo Centro de Apoio de Execuções (Caex), órgão técnico da procuradoria, que dará um parecer complementar à investigação da Promotoria de Habitação e Urbanismo de Aparecida-SP.